Ânfora em barro vermelho produzida nas olarias do Estuário do Vale do Tejo, do tipo Lusitana 4, destinado ao envase de produtos de origem piscícola para a exportação à distância.
Na zona baixa da cidade, perto do rio, têm sido encontrados conjuntos de cetárias pertencentes a indústrias de conservas de pescado. Esta produção constituiu uma das principais actividades da fachada atlântica da antiga Lusitânia, na qual Lisboa desempenhava um papel de primeiro plano.