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Planta nº 3 
 
Planta nº 3 

Tinta-da-china e aguarela s/ papel
Eugénio dos Santos Carvalho e António Carlos Andreias
Séc. XVIII (2ª metade)
Dim.: 645 X 978 mm
Nº Inventário: MC.DES.977
Localização: Exposição permanente
Na sequência do Terramoto de 1755, D. José I e o seu ministro, Sebastião de Carvalho e Melo, optaram pela reconstrução da cidade sobre os seus próprios escombros. Neste contexto, foi dada prioridade absoluta à reedificação da zona da capital mais atingida pelo sismo, a Baixa, tradicional centro económico e comercial da cidade.        

A concepção e execução do empreendimento ficou a cargo de Manuel da Maia (1672 – 1768), Engenheiro-mor do reino, que juntamente com um notável grupo de técnicos, formulou várias hipóteses teóricas, que viriam a ser enviadas ao Duque de Lafões, acompanhadas das respectivas plantas. De acordo com as determinações de Manuel da Maia, os projectos deveriam respeitar obrigatoriamente os limites de cada freguesia antes do cataclismo, bem como a implantação das respectivas igrejas e ermidas. 

As três equipas nomeadas para executar estas propostas, prepararam ao todo seis versões, das quais apenas se conhecem cinco.

Este projecto propõe um traçado livre, sem contudo atingir a independência que norteou o traçado do projecto anterior. Respeita a antiga Rua Nova dos Ferros e conserva a pequena praça intermédia. Como principal novidade, estabelece a articulação entre o Rossio e Terreiro do Paço, através de três grandes artérias.

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