Até 1935 a história do Museu é feita de hesitações e mudanças constantes quase sempre relacionadas com a inexistência de um local próprio para a sua instalação. Para a primeira experiência expositiva foi escolhido o Convento do Carmo, local onde a Câmara ia recolhendo elementos da cidade. Este embrião do então designado “Museu de Lisboa”, foi votado ao esquecimento e teve como consequência o seu desaparecimento, com perda de espólios. O Palácio Galveias, a Casa dos Bicos foram outros dos locais sugeridos. Mas em 1930, a Autarquia adquiria o Palácio da Mitra e logo se propôs a sua readaptação para o “Museu da Cidade de Lisboa”, ainda que a “título provisório”.
Foi o historiador de arte Mário Tavares Chicó, o responsável pelo planeamento, programa e montagem do museu que abria as portas no dia 25 de Abril de 1942 e viria a encerrar cerca de 30 anos depois, em 1973.
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Vista exterior do Palácio da Mitra. Fachada Sul |
Portal da Rua do Açúcar |
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Portal da Rua do Açúcar |
Vista do pátio exterior |
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Aspecto do Jardim do Palácio |
Pormenor da Escadaria Nobre |
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Sala 3 (Piso térreo) – Vistas Gerais e Aspectos de Lisboa (sécs. XVIII – XIX) |
Sala 3 (Piso térreo) – Vistas Gerais e Aspectos de Lisboa (sécs. XVIII – XIX) |
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Sala 5 (Piso térreo) – Pintura e Escultura Contemporânea (sécs. XIX e XX) |
Sala 7 (Piso térreo) – Aguarelas, Desenhos e Gravuras (sécs. XIX e XX) |
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Biblioteca (Piso térreo) |
Sala A (1º andar) – Vistas e Monumentos Olisiponenses |
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Sala B (1º andar) – Cerâmica Olisiponense |
Sala B (1º andar) – Cerâmica Olisiponense |
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Sala C (1º andar) – Lisboa depois do Terramoto |
Sala C (1º andar) – Lisboa depois do Terramoto |
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Sala D (1º andar) –Reconstrução da Cidade depois do Terramoto de 1755 |
Sala D (1º andar) –Reconstrução da Cidade depois do Terramoto de 1755 |
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Sala E (1º andar) – Pintura e Cerâmica |
Sala G (1º andar) – Pintura e Escultura |