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Museu da Cidade
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Para vizualizar a explicação faça clique sobre o termo que pretende consultar. (na cerâmica) Também conhecida como Tarja de Ruão, é a designação atribuída a um tipo de friso, habitualmente com motivos vegetalistas, utilizado na decoração de pratos, travessas, terrinas e outras peças de faiança. Característico da famosa fábrica de Ruão, este elemento ultrapassou fronteiras, tendo servido de inspiração a artistas estrangeiros que o copiaram na íntegra ou nele se inspiraram para os seus trabalhos. Em Portugal encontramos este motivo decorativo em produções das fábricas do Rato, Juncal, Viana, etc. (na azulejaria) Figuras recortadas do período barroco, principalmente aplicadas nas entradas e escadas de palácios, tendo como função fazerem as honras da casa às visitas, convidando-as a entrar com gestos como o apontar do caminho. Por vezes, algumas destas manifestações azulejares são acompanhadas por balões, onde se inscrevem expressões, que saem da boca das figuras. As representações aparecem frequentemente com indumentárias ricas e armas. Moldura estreita, aplicada isoladamente ou como remate de outras molduras. Fio laminado em que a alma é constituída por um fio de seda espiralado. Fio composto de uma lâmina de metal ou de uma película de matéria orgânica dourada ou prateada, enrolado em espiral em volta de uma alma de fio de seda, linho ou algodão. (têxteis/paramentaria) Pequeno rectângulo de tecido ou peça metálica que serve para unir os dois lados da abertura frontal do pluvial. Ornamento em forma de faixa, barra ou cercadura.
(na azulejaria) Tipo de moldura simples, constituída por secções rectangulares de azulejo. Ornamento formado por sequencia de elementos em forma de pérola. (na azulejaria) Painéis de azulejos que reproduziram e substituíram os tecidos ricos, bordados com fio de ouro, que forravam as mesas litúrgicas. Geralmente, eram decorados com elementos exóticos de inspiração oriental, principalmente da Índia, de onde chegavam panos pintados ou estampados. As representações de arbustos floridos como referentes da simbologia hindu ligados à fecundidade foram, por associação, conotados com a árvore da vida. Esta faceta pagã foi reproduzida por artistas ingénuos que ignoravam o seu sentido, utilizando esses motivos vegetalistas pela sua grande riqueza estética. Parte superior do frontal de altar ou pano de púlpito, em forma de barra, sendo muitas vezes adornada de franja. |
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